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Ago 09

 

Os partidos políticos para terem sucesso, mais que organizações formais, têm de ser um movimento vivo, capaz de atrair gente de qualidade, com genuina vontade de intervir na sociedade, no quadro dos valores por si defendidos. A entrada num Partido não é fácil nem óbvia. O simpatizante ou o filiado entra numa sede e, fora dos períodos de campanha, são poucas as oportunidades de participar. A JSD constitui um espaço de entrada, tantas vezes pela porta do movimento associativo estudantil.  À ambição de contribuir para construir uma sociedade diferente, soma-se o companheirismo e cumplicidade que une gerações – e fazem-se amizades para a vida.

A actual “jota” tem-me supreendido pela sua capacidade de reflexão, pelas suas causas, pela grande qualidade dos seus quadros. Quem olha para os sites da JSD, do nacional aos das secções, sente a vida que por ali passa. A actual JSD é uma garantia de um Partido sintonizado com Portugal e com as novas gerações. Para essa evolução positiva em muito tem contribuido a Universidade de Verão. Sou disso testemunho, pois fui orador numa das edições da Universidade, há quatro anos atrás. Gostei do ambiente, apreciei o olhar atento e desafiante dos participantes, o seu brilho nos olhos, a sua diversidade. Graças ao talento, ao rigor e ao incansável profissionalismo do “Reitor” Carlos Coelho e da sua equipa, a Universidade de Verão tornou-se num alforge de quadros e no acontecimento politico nacional do final do Verão. É hoje um grande activo do PSD.

Ao longo de uma semana única e irrepetível, a Universidade de Verão permite discutir políticas, gerar animados debates com figuras da vida nacional (muitas delas fora do universo PSD), aprofundar a reflexão e criar sentido de pertença. Os “alunos” desta Universidade sentem-se assim parte de um movimento reformista único, iniciado por Sá Carneiro e Francisco Pinto Balsemão, o que se revelou essencial para a consolidação do Portugal democrático, moderno e Europeu.  

A Política é uma actividade nobre, proventura a mais nobre das actividades humanas quando praticada com seriedade e ao serviço do bem comum. Portugal precisa de novas políticas e isso passa pelo envolvimento cívico das novas gerações. Bem preparadas, têm vida profissional própria (em Portugal e lá fora), vivem em rede com o mundo, pelo que têm muito a dar à política portuguesa. Numa sociedade baseada no conhecimento, a Universidade de Verão é um contributo decisivo para esse envolvimento: qualifica, mobiliza, rasga horizontes. Ao promovê-la, ano após ano, o PSD presta acima um serviço exemplar a Portugal. Ao escolher esta iniciativa como acto principal da chamada “rentrée”, a Presidente do PSD mostra um Partido virado para o futuro, aberto à sociedade, pronto a responder às expectativas crescentes numa alternativa de governo sólida e credível.

 

 

Diogo Vasconcelos é membro do

Conselho de Administração do Instituto Sá Carneiro 

 

 

ENTREVISTA

Diogo Vasconcelos: "O poder da internet deve servir o mundo"

 


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