29
Ago 09

 

Carlos Coelho apresenta Santana Lopes e lança o primeiro desafio, instando o nosso orador a manifestar-se sobre a preparação do povo português para apreender a mensagem de mudança que Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes simbolizam para os governos da República e da Câmara Municipal de Lisboa. Santana Lopes foi categórico ao dizer que as diferenças estão bem firmadas, que não restam dúvidas que há escolhas claras a fazer nas eleições que se avizinham, e que se espera dos "social-democratas que façam depois das eleições aquilo que prometeram antes". "Aquilo que é essencial é gerir bem e colocar a coisa pública ao serviço das pessoas". 

 

Posto isto, entrámos no tema poder local, em particular a questão de Lisboa. "A nossa democracia está imperfeita. Está cada vez mais imperfeita e tem continuado a degradar-se nos últimos anos." Diz-nos que as pessoas sabem distinguir entre quem se entrega a uma causa e quem vai para uma câmara para fazer um favor ao partido. Paral além disso, esse facto também se reflecte no trabalho e gestão da cidade. "Um Presidente de Câmara tem de ter paixão para fazer o que faz". 

 

"Juntamente com a requalificação dos bairros sociais, o repovoamento da cidade é a prioridade primeira". Questionado sobre o trabalho de António Costa, responde que "nós não atiramos fora o trabalho feito pelos nossos antecessores. Nós respeitamos o seu trabalho e tentamos aproveitar aquilo que está feito". "Volto porque tenho um projecto em que acredito, que ninguém terminou, e acredito que ele é bom para Lisboa". "Espero que em 2020, Lisboa seja uma cidade europeia. Com isto quero dizer que espero que seja uma cidade equilibrada, bonita, em que aproveitemos as águas da chuva, painéis solares, com edificação energeticamente auto-sustentável, com espaços verdes em cada bairro, sem barreiras arquitectónicas para que o cidadão com dificuldades motoras não se veja impedido de entrar em casa, integrada na Rede Área Metropolitana de Transportes".

 

Pedro Santana Lopes deixou muitos conselhos à academia. Desses destacamos: "é um caminho curto fazer política com base em gestos fáceis"; "há várias formas de terrorismo, e levar as pessoas a deixarem de acreditar na acção política é uma forma de terrorismo"; "o segredo da sobrevivênica é nunca nos impressionarmos com os tempos de sucesso (...) quando virem pessoas a admirarem-vos muito, não liguem. Passa-lhes num instante"; "a vida são vitórias e derrotas. quem pensa que ganha sempre está iludido; quem pensa que perde sempre, precisa de ajuda porque está enganado".


28
Ago 09

 

Os partidos políticos para terem sucesso, mais que organizações formais, têm de ser um movimento vivo, capaz de atrair gente de qualidade, com genuina vontade de intervir na sociedade, no quadro dos valores por si defendidos. A entrada num Partido não é fácil nem óbvia. O simpatizante ou o filiado entra numa sede e, fora dos períodos de campanha, são poucas as oportunidades de participar. A JSD constitui um espaço de entrada, tantas vezes pela porta do movimento associativo estudantil.  À ambição de contribuir para construir uma sociedade diferente, soma-se o companheirismo e cumplicidade que une gerações – e fazem-se amizades para a vida.

A actual “jota” tem-me supreendido pela sua capacidade de reflexão, pelas suas causas, pela grande qualidade dos seus quadros. Quem olha para os sites da JSD, do nacional aos das secções, sente a vida que por ali passa. A actual JSD é uma garantia de um Partido sintonizado com Portugal e com as novas gerações. Para essa evolução positiva em muito tem contribuido a Universidade de Verão. Sou disso testemunho, pois fui orador numa das edições da Universidade, há quatro anos atrás. Gostei do ambiente, apreciei o olhar atento e desafiante dos participantes, o seu brilho nos olhos, a sua diversidade. Graças ao talento, ao rigor e ao incansável profissionalismo do “Reitor” Carlos Coelho e da sua equipa, a Universidade de Verão tornou-se num alforge de quadros e no acontecimento politico nacional do final do Verão. É hoje um grande activo do PSD.

Ao longo de uma semana única e irrepetível, a Universidade de Verão permite discutir políticas, gerar animados debates com figuras da vida nacional (muitas delas fora do universo PSD), aprofundar a reflexão e criar sentido de pertença. Os “alunos” desta Universidade sentem-se assim parte de um movimento reformista único, iniciado por Sá Carneiro e Francisco Pinto Balsemão, o que se revelou essencial para a consolidação do Portugal democrático, moderno e Europeu.  

A Política é uma actividade nobre, proventura a mais nobre das actividades humanas quando praticada com seriedade e ao serviço do bem comum. Portugal precisa de novas políticas e isso passa pelo envolvimento cívico das novas gerações. Bem preparadas, têm vida profissional própria (em Portugal e lá fora), vivem em rede com o mundo, pelo que têm muito a dar à política portuguesa. Numa sociedade baseada no conhecimento, a Universidade de Verão é um contributo decisivo para esse envolvimento: qualifica, mobiliza, rasga horizontes. Ao promovê-la, ano após ano, o PSD presta acima um serviço exemplar a Portugal. Ao escolher esta iniciativa como acto principal da chamada “rentrée”, a Presidente do PSD mostra um Partido virado para o futuro, aberto à sociedade, pronto a responder às expectativas crescentes numa alternativa de governo sólida e credível.

 

 

Diogo Vasconcelos é membro do

Conselho de Administração do Instituto Sá Carneiro 

 

 

ENTREVISTA

Diogo Vasconcelos: "O poder da internet deve servir o mundo"

 


27
Ago 09

 

A última vez que Rui Rio veio à UV estávamos no ano de 2005, que tal como este também era eleitoral. Então, dirigiu-se à academia fazendo o balanço do seu primeiro mandato como autarca, de todos os obsctáculos que teve de ultrapassar, desde o início da sua campanha. No mesmo tom de testemunho, o Presidente da CMP começa por apelar à seriedade na campanha: "devemos saber as competências que uma câmara tem antes de estabelecer prioridades de trabalho".

"A questão social é a mais urgente no Porto, e esta deve ser a primeira das prioridades", diz-nos o nosso orador, reforçando a situação excepcional no Porto em que a Câmara é proprietária de 20% da habitação da cidade. "De 2001 a 2009 investimos 130 milhões de euros em habitação social, que teriam outra visibilidade se investisse de forma mais mediática", acrescentando ainda que "no Porto não há aquela coisa do toma lá o dinheiro e chama a comunicação social". Não podia deixar de salientar a inacção do estado central, dizendo que "não foi, seguramente, o serviço social português que me ajudou".

Rui Rio centra a sua atenção no trabalho no Porto, usando como exemplo de trabalho de um autarca sem receios de polémicas. "Não vou para a afronta por prazer, vou para a afronta quando alguns interesses instalados pisam a linha. E eu não cedo". O exemplo do Rivoli não podia ficar de fora: "estava às moscas e dava três milhões de prejuízo por ano. Passámos a ter o Rivoli cheio e um défice de 500 mil euros: pagamos a manutenção e recebemos 5% da receita. Poupámos, nos últimos dois anos, dois milhões e meio de euros à CMP. Mas eles é que são bons e são de esquerda, e nós é que somos maus e de direita". "Não ando aqui para agradar a ninguém, mas para fazer o melhor para a cidade. A minha especialidade não é ganhar sondagens, é ganhar eleições."

Conclui recordando os seus tempos de "jota" com Carlos Coelho, realçando como desde sempre este se dedicou à area da formação. Deixamo-vos estas duas últimas reflexões: "Não estamos a fazer nada na política se não seguirmos os princípios que guiam a nossa acção, seja no governo, seja na mais pequena autarquia"; "se nós, todos nós, tivermos isso [combate às assimetrias regionais] como deliberação genuína, talvez consigamos reequilibrar o país."


26
Ago 09

 

Reformar o Estado sem hostilizar os que nele trabalham é possível, compreendendo a sua evolução, a história e o trabalho que se lhes exige. Para reforçar esse ponto, Suzana Toscano abriu o jantar apresentanto um perspectiva histórica da Administração Pública nos últimos 30 anos. "Não vale a pena vir aqui com frases feitas ou preconceitos, não conseguimos reformar sem conhecer". "Como em qualquer ramo do saber", diz a nossa convidada, "quanto mais sabemos mais nos apercebemos o que nos falta saber".

A discussão teria de começar inevitavelmente sobre as funções que hoje se esperam do Estado, alertando a nossa oradora que "discussão em torno do tamanho e funções do Estado não é uma questão técnica, é uma questão ideológica". Há "critérios de avaliação do interesse público: solidariedade nacional, continuidade e coesão nacional, estabilidade e neutralidade" e é da "essência da função pública a lealdade, a isenção e transparência".

Em relação a privatizações ou delegação de competências, Suzana Toscano é muito clara afirmando-se firmemente contra o preconceito "está mal, privatize-se": "devemos privatizar, não por desistência, mas por acreditarmos que os privados podem providenciar melhor serviço".

Suzana Toscano tinha aberto o jantar-conferência citando Péricles ("os cidadãos que não se interessam pela causa pública não merecem ser atenienses"), e despede-se de nós com uma ideia forte: "é na nossa cabeça que as coisas têm de funcionar, e não na lei. Há limites muito mais imperiosos que os da lei".


 

As expectativas eram elevadas: Paulo Rangel afirmou-se, no último ano, como um agente político incontornável. De quinze em quinze dias afirmava-se na AR nos debates com o Primeiro-Ministro; em Maio/Junho foi o rosto mais visível da vitória do PSD nas eleições europeias. O tema estava dentro do tema do seu livro: Estado do Estado.

Todos estavam dentro da sala antes da hora, o que permitiu aproveitar ao máximo a presença do eurodeputado. Primeiro uma contextualização: a mudança no mundo. A queda do muro de Berlim e o 11 de Setembro são dois marcos dos últimos vinte anos."Há uma consciência que emerge do 11-Setembro: ainda não sabíamos quem o tinha feito nem para quê e já sabíamos que ia mudar as nossas vidas". A incerteza em relação ao futuro volta a marcar presença nas nossas aulas.

De seguida, entramos na natureza do Estado. "O Estado é a coisa mais próxima de Deus que existe: é omnipresente e é invisível, nunca ninguém o viu mas toda a gente acredita nele". Falar do Estado implica falar de Maquiavel. Paulo Rangel introduz dizendo que "a grande lição do Príncipe é a de que a política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política. Anda aí muita confusão entre o que é o plano político, o plano jurídico  e o plano ético".

Falou-se também da emergência de entidades não-estatais mas com poder: associações de cariz internacional, ONG's, confissões religiosas, lóbis empresariais. "Muitas multinacionais têm melhores políticos do que qualquer Estado", salientou Jean Barroca (UV2009) na intervenção de Paulo Rangel, via Facebook. "O Estado deixou de ter o domínio que exercia sobre o seu território (...) as circunscrições territoriais começam a ficar desajustadas. Os Estados ficam reduzidos a Juntas de freguesia e as legislativas a eleições para a Assembleia de Freguesia". "Nós vivemos naquilo a que eu chamo poliarquia: monarquia é o poder de um só; a poliarquia é o poder de muitos (...) o Estado acaba por ser uma monarquia".

Termina a sua apresentação do tema com uma sugestão de leitura: "O Cândido", de Voltaire, de onde retirou a sua palavra final. "Tudo isso está muito bem dito, mas o que é preciso é cultivar o meu jardim".

Seguiu-se a fase de P&R, que cobriu áreas como défice democrático da UE, o poder dos Estados, Estado Federal Europeu, papel do Presidente da República, ética, regulamentação da actividade lobística, o paralelo entre os crentes que esperam a intervenção divina e o cidadão em apuros com o Estado. Paulo Rangel não evitou nenhum tema, assumindo com frontalidade as suas posições: "o federalismo é bom porque nos põe no circuito de decisão". Actualmente tomamos "as mesmas decisões, mas não somos ouvidos no processo"; "é mais importante ter bons costumes que boas leis"; "por trás da lógica TGV está o modelo grego: uma grande metrópole (Atenas) e o resto do território desertificado".

Paulo Rangel despede-se citando John Locke: "Os reinados dos bons princípes foram sempre mui perigosos para a liberdade dos seus povos".

publicado por uv2009 às 18:46

 

 

A aula desta manhã decorreu em ambiente familiar: uma apresentação a duas mãos, com Carlos Coelho e Rodrigo Moita de Deus a demonstrar um entrosamento que só está ao alcance de bons comunicadores. Este módulo é um dos ex-libris da UV desde as primeira edições com imensa informação útil, até mesmo para os participantes mais experientes nesta academia.

Comunicar Bem; Escrever Claro; Contactos com a comunicação social; Novos meios; Quinze conselhos para falar claro.... é esta a organização da aula. Pelo meio somos guiados pela importância da mensagem, dos três elementos da comunicação (emissor -> mensagem ->receptor), introdução às técnicas KISS, BUZZ e SOUNDBITE, ao vocabulário cool e às "palavras proibidas" em comunicação, escrever comunicados e como estar numa conferência de imprensa.

Das matérias que suscitou mais interesse foi a interacção com os novos meios, e o peso real que eles têm na comunicação de hoje, competindo taco a taco com os grandes meios tradicionais. 

De realçar como a UV interactiva continua a marcar pontos, conseguindo participações de sítios tão remotos como o Dubai, onde nos seguem atentamente. Via mail, um aluno da UV2004, Humberto Monteiro, lançou aqueles que considera os grandes erros numa intervenção: interromper os outros; pedir desculpa antes de começar a falar; terminar a intervenção com frases dos outros.

Entrando a toda a velocidade na fase de perguntas, surgem novos temas, onde entre outras se destaca o poder dos media, o factor "carisma", a artificialidade do agente político vs. humanização, a redacção de discursos, a conciliação, em campanha, da mensagem (e formas de estar) irreverente da "jota" com o maior "conservadorismo" do partido, a transmissão das realidades mais duras e resultado eleitoral, como conquistar uma audiência hostil, como controlar a mensagem neste mundo de informação "instantânea", em que a notícia corre à velocidade do evento, formação na escola em matéria de capacidade de expressão oral.

Um marco em todas as UV's!



25
Ago 09


 

António Borges mostrou ao que vinha logo de início: entrou no tema de forma desabrida e directa, sem paninhos quentes. "A nível de política económica há no nosso país uma enorme confusão. (...) O nosso País tem problemas de tal maneira sérios que é possível colocar a pergunta haverá recuperação possível? Ou mudamos rapidamente de rumo ou esta ameaça é bem real."

O nosso orador apresenta então a actual situação económica portuguesa, num registo muito exigente, colocando a tónica na dívida e déficit externos. O que de mais importante "Portugal tem de perceber neste momento é que tem despesa a mais, e não a menos." António Borges aponta o dedo ao Primeiro-Ministro, que está convencido de que "tudo o que é investimento é bom para o país", defendendo que "o País tem de ter cuidado com todo o tostão gasto", não entrando em delírios despesistas executando "tudo o que aparece". "Muitos destes investimentos são até contraproducentes".

Traçado o cenário, passamos às soluções. Primeiramente fala-se de algo incontornável, de poupança, da situação mundial. "A política deste governo tem penalizado cada vez mais a poupança." O estilo de António Borges é, como comentou o aluno UV2009 João Matos via Facebook, "incisivo, acessível e elucidante". Prova que não veio à UV para uma conversa pacata, mas efectivamente para analisar connosco a situação económica.

Aponta-se a principal questão: como tornar os portugueses mais produtivos, mais competitivos? Para o nosso Professor, primeiro há que cair na conta de que há duas economias em Portugal, "a das PME's que está num estado miserável e a das empresas protegidas, com uma rentabilidade elevadíssima". Mais avisa que para descer o IRC de forma a "dar mais dinheiro a quem já tem muito, não contem connosco. Descer de forma a ajudar quem está em dificuldades, isso sim".

Qual o ponto mais dramático? Um país "parado, estagnado, em que não há produtividade." Duas preocupações terão de nos guiar: grande rigor nos gastos do dinheiro, em todos os tostões públicos; prioridade total à sobrevivência, eficácia e produtividade das nossas empresas.

Entramos na parte das perguntas dos nossos grupos, onde muitos foram os temas lançados para a mesa, do aproveitamento da nossa ZEE às políticas de bónus das empresas, endividamento, papel do Estado e da CGD, criação de um conselho supra-partidário, política monetária, passando por conselhos económicos a jovens empresários ou ao novo ministro da Economia. 

Um longo aplauso assinala o fim da aula de António Borges, que pontua uma prestação ímpar com um momento de humor: "Obrigado pelo vosso interesse e por, ao contrário dos meus receios, não ver ninguém a dormir a sesta."

publicado por uv2009 às 19:35

 

5 minutos antes da hora e já toda a gente estava no seu lugar. Às 09h57s começa a primeira aula da UV2009, com a exposição do Dr. Miguel Monjadirno "Tensões, conflitos e riscos no Mundo" .

O nosso primeiro orador é um contador de histórias: para nos transmitir o seu conhecimento, ele cria a atmosfera necessária à atenção, ao envolvimento do aluno. O pontapé de saída foi dado com uma história do seu tempo de serviço militar, para que todos fiquemos conscientes de que a mudança não se constrói com facilidade, que "será penosa", e que nós temos de estar disponíveis a sermos "agentes de uma mudança que não conseguiremos controlar". "Vocês são a geração da mudança".

O Miguel Monjardino não só nos apresenta a sua visão, mas também ausculta os participantes desta UV, interpelando-os directamente: "o que vos preocupa no mundo?". A UV responde-lhe: os problemas sociais, a interdependência e interligação, o egocentrismo, a pobreza extrema, a indiferença, o que denota uma profunda consciência global nesta UV2009. Surge nova pergunta: "sentem-se optimistas ou pessimistas?". Dois terços da nossa UV encara o mundo com optimismo. Ainda bem. Pois como disse o UV2006 José Pedro Salgado "Quem faz o futuro seremos nós. Se estivermos pessimistas, não é grande sinal." (via facebook)

"Nós vivemos muito bem e apesar disso sentimo-nos mal. As pessoas vêm do resto do mundo à nossa procura e da nossa vida, e nós temos medo, sentimo-nos angustiados, não nos sentimos satisfeitos" diz-nos Miguel Monjardino. "Não sabemos muito bem como nos vamos manter na crista da onda. (...) a mudança implica sempre incerteza em relação ao futuro". Mas o nosso orador tem uma certeza: "Um Portugal mais aberto ao mundo implica melhor educação e criação de produto de valor acrescentado".

Deixa-nos um alerta: "Para serem os agentes da mudança têm de perceber o que é que a palavra implica, e ninguém vos garante que a mudança que construam seja a mudança que queriam". E incita-nos a descobrir John Boyd, particularmente uma oração sua chamada "To be or to do?". O que queremos da vida?

Entramos de seguida no momento das perguntas dos grupos, tendo tempo no seu final para ouvirmos via mail perguntas de dois alunos de edições anteriores que assistiram à aula através da emissão online e também, graças à boa administração do tempo, de perguntas de alunos UV2009 mais voluntariosos. África, mundo pós-11 Setembro, recursos, religião, Guantanamo, conflito inter-geracional, tudo temas colocados em cima da mesa.

A aula termina com uma sugestão musical de Miguel Monjardino: Extraordinary Machine por Fiona Apple. O nosso orador despede-se dizendo-nos: "Não vos peço que sejam uma extraordinary machines, mas que sejam extraordinary people". 

publicado por uv2009 às 14:18

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